segunda-feira, 14 de julho de 2014

COMPORTAMENTO - PAQUERA NA INTERNET


A web e as redes sociais viraram grandes aliados dos relacionamentos casuais e até exclusivos. Histórias de amor ao primeiro clique se tornaram mais comuns graças aos sites especializados em encontros e aplicativos de namoro para smartphones. A interação online, no entanto, pede precaução, já que as partes dividem uma suposta intimidade sem ao menos ter o contato ao vivo.

Por trás de um monitor e um teclado, muitos transformaram a internet em um meio popular para a experiência amorosa. A prática é uma tendência principalmente entre os mais velhos, que se sentem mais inibidos de exercitar o flerte em bares e outros lugares públicos.

Antigamente as pessoas se aventuravam nos blind dates (encontros às cegas), arranjados por amigos e família e, por isso, menos arriscados. Hoje, manter um relacionamento online exige uma constante desconfiança. A mesma abertura que a web oferece para conhecer pessoas dá oportunidade aos que buscam criar um personagem.

Uma estratégia para testar os pretendentes é fazer várias perguntas e notar se as histórias encaixam. Os mentirosos costumam cair em contradição. Podemos encontrar vários personagens, como pessoas normais, más e os psicopatas. Para se proteger, todos deveriam seguir as três leis seguintes: não esquecer os riscos, seguir a voz da intuição e entender que a internet não garante intimidade. Conversar durante meses com alguém não é sinônimo de intimidade e nem significa que você já pode confiar naquela pessoa.

Alguns aplicativos de namoro oferecem um perfil enxuto dos pretendentes, o que aumenta as chances de pequenas mentiras e infelizes surpresas. A “mentirinha” faz parte da dinâmica do online, mas o exagero pode comprometer toda a relação.


Vítima de um “catfish”?
O termo “catfish” é usado para situações mais extremas e virou sinônimo para pessoas que se passam por outras na web. Foi usado pela primeira vez em um documentário em 2010 e virou reality show de sucesso na MTV americana.

Conheceu alguém? Veja os toques e descubra se está sendo enganado:
- Leve o papo para outras plataformas: O primeiro teste é estender o papo para outras plataformas na web, como chamadas em vídeo, adicionar no Facebook e ter conversas ao telefone. Normalmente, impostores recusam qualquer outro contato via webcam e voz. Se acontecer isso deve ser o primeiro sinal vermelho.

- Analise a página do Facebook: A página da rede social mais popular pode conter respostas importantes e detalhes da vida pessoal. Um usuário ativo, segundo os apresentadores, deve ter ao menos 100 amigos na rede. Para verificar a confiabilidade da página, analise se há interação entre os adicionados. Estranhe se não há amigos marcados nas fotos. Isso é um grande sinal de que as imagens podem ser falsas.

- Profissão: modelo: Ele te fala que é modelo e bem sucedido na carreira. Tudo muito bom para ser verdade? Pode ser. Escute, mas com cautela e redobre a atenção. Uma forma de verificar a informação é salvar em seu desktop uma foto do pretendente e arrastá-la no campo de busca do Google Imagens. A ferramenta buscará o uso da mesma foto na web. Muitos descobrem assim que os seus candidatos são na realidade modelos estrangeiros e até atores pornôs.

- Force uma conversa por webcam: Ele recusou o pedido de amizade no Skype? Não tem problema. Insista em vê-lo pela webcam. Faça chata e cobre sempre. Se a pessoa realmente estiver interessada, ela vai procurar agradar. A cada nova investida rejeitada um passo a mais de desconfiança.

- Comprove informações no Google: Atualmente é quase impossível não deixar nenhum rastro na web. O Google pode ser um útil e revelar se você está conversando com uma pessoa real ou um perfil fake. Pequenas informações como a faculdade que cursou a graduação, cidade de origem e trabalhos podem ser facilmente descobertos. Uma inofensiva investigação que pode prevenir grandes dores de cabeça. 

- “Vamos nos conhecer?”: Tome iniciativa e proponha um encontro. Principalmente as mulheres têm muita sensibilidade para identificar a mentira. Durante conversas por telefone, por exemplo, vale fazer perguntas mais íntimas e diretas como ‘você é casado?’ ou ‘tem filhos?’ e observar o tom da resposta. É importante sentir o tom de voz e ver como a pessoa recebeu a pergunta.

- Peça fotos recentes e imediatas: Se estiver trocando mensagens instantâneas, como no aplicativo Whatsapp para smartphones, aproveite para pedir uma foto recente. Vale provocações engraçadas como “duvido você tirar uma foto sua e mandar”. Apelar para a espontaneidade pode ser uma boa saída para esconder a sua insegurança.

- Desconfie de interrogatórios sobre questões pessoais: Questões pessoais como endereço de casa, informações sobre a família e local de trabalho devem ser evitadas. Não tenha vergonha de recusar dar a informação. Depois do primeiro ‘não’, ele saberá que você não é boba”. Desconfie se a pessoa insistir até mesmo durante um encontro a dois. A relação na web não é a mesma no mundo real.Não importa se já estão conversando há meses. Decidiu encontrar? Tudo começa do zero.
(Fonte: delas ig)

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